terça-feira, 26 de junho de 2007

Baby




Você precisa saber da piscina
Da margarina
Da Carolina
Da gasolina
Você precisa saber de mim

Baby baby
Eu sei que é assim

Você precisa tomar um sorvete
Na lanchonete
Andar com a gente
Me ver de perto
Ouvir aquela canção do Roberto

...

Você precisa aprender inglês
Precisa aprender o que eu sei
E o que eu não sei mais
E o que eu não sei mais


PS.: E o que eu não sei mais.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Infernos e disritmias


O inferno é aqui, O astral e o literal, mesmo faltando mais de um mês pro tal do aniversário e o Sol chegar na casa do meu signo e blá blá blá


Dizem que virginiano é perfeccionista, eu não.
Que é organizado, eu não.
Que é discreto, eu não sei não...

Expansiva eu não sou, odeio gente muito barulhenta, me irrita vai me cansando vou ficando sem energia.

Odeio gente folgada também. Isso é uma das coisas que sei que odeio, mas se eu der algum exemplo pode pegar mal e eu deixar de ser discreta (a única qualidade referida ao meu signo que ainda acho que me enquadro), segundo os astrólogos sou mais aquariana... (Como assim?)

Enfim, não vim aqui pra falar de nada disso, vim dizer sobre o ritmo que as coisas acontecem na nossa vida, existem épocas que parece que o mundo gira de acordo com o planejado, que os anjos sorriem pra você no café-da-manhã, mas outras...

pelamordedeus!!!


Que acontece? a impressora não funciona, a calçada inventa lombadas inexistentes até então, você engorda, fica com TPM, perde a hora, perde o amigo e a piada, perde a graça...

Dizem que desastres vêm da falta de compasso entre você e os astros, ora...estou descompassada.


Mil trabalhos, mil coisas na minha desorganização de mundo me deixaram um tico longe daqui...logo, logo eu volto.

PS.: Alguém conhece a teoria das Supercordas? Eu acredito!

domingo, 10 de junho de 2007

na falta de imaginação...




"Quando não posso dar um passo além
Do espaço que me foi permitido
Dou no meu espaço milhares de passos
E vejo meu espaço infinito"


Ps plágio: de Beatriz Azevedo e de bir tb...

Ps continuação: Quero cavar um buraco no céu, que chegue do outro lado do mundo...

quarta-feira, 6 de junho de 2007

O conselho que a gente não sabe se deve dar...

Hummmmm....

Naquela vontade de falar muita coisa, mas com poucas coisas pra dizer de verdade!

Tava lendo jornal, a Folha.

Segundo o jornalista, virou moda a invasão das reitorias nas universidades, excluindo todo o aspecto político e discutível disso tudo, tantas coisas em poucos segundos passaram pela minha mente, tantas coisas inúteis já que to acordada desde as cinco da manhã (e isso é assunto de um próximo post), pensei: logo vem um psicólogo explicar o movimento com aqueles argumentos de que a humanidade quando num espaço coletivo é seguida por impulsos, fazem coisas sem refletir como não fariam num modo singular. Me lembrei disso, por que quando ocorreram aqueles carros queimados na Europa ano passado foi o que mais li durante o processo, até as coisas acalmarem, ou não (caetaneando).

Ficou tudo meio sem sentido o que escrevi porque como disse não queria falar nada disso no aspecto inteligente de um discurso.

Tava pensando nas coisas realizadas coletivamente, desde as lutas até os rituais, como o casamento.

Será que casamos sem pensar, logo, moramos juntos e ficamos desesperados com a situação e batemos um no outro até refletir e assim tomar posição singular?

Hoje não falo de mim, mas de alguma amiga minha, que vejo numa situação destas, estacionada num tempo num espaço que é comum ao coletivo, embora quando feito é tão particular, tão solitário quando realizado à maneira da sociedade.

A menina casa porque está velha demais pra ser solteira, porque a natureza lhe exige filhos, porque a independência está lá em alguma revista jogada no banheiro.

A sociedade fica feliz, os padrões rígidos agradecem.

Nada disso é novidade e poderia ter sido escrito há séculos, mas quando escrito hoje, dói.
O mundo dela é cheio de atritos, o mundo dele também, a casa vai se acostumando e o corpo vai envelhecendo e concordando com tudo, se o filho chegar, eles rirão e podem acabar sendo um casal de irmãos que se amam cuidando da vida de outro.

Queria tanto dizer pra ela fugir...

Mas quem sou eu pra dizer a felicidade de alguém?

Talvez seja essa, a felicidade dos quadros da vida camponesa, a alegria que muitos querem e se saciam.

PS: não fiquem com medo da TPM-filosófica, ela passa!!!

PS solidário: já caí em todas as armadilhas do coletivo e nem eram surpresas....

PS antecipado: antes de algum comentário, não acho que casar é ruim, não acho que a vida a dois implique no fim da independência, mas sobre casar em nome de uma tradição nos dias atuais ou em qualquer época me dá tristeza, e se ainda falo nisso, é pq ainda existe.

PS dos PSs: coloquei "invasão" e não "ocupação" . Assim que o jornalista escreveu, ok?

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Lucy e o estágio bicho-papão.

Comecei a fazer estágio no Cônego, escola que estudei durante toda a minha infância. Incrível como as salas são tão menores quando a gente cresce um pouquinho só...

A primeira sala que entrei tinha uma nova professora que “tentava” “dar” aula, e a classe ainda meio perdida por ter ficado tanto tempo de mão em mão, demonstrava todo o desinteresse natural em uma situação dessas.

Fiquei conversando com um garoto, segundo a professora era preciso entretê-lo. Todos acham que ele não sabe nada, até mesmo o próprio menino...

Nossa primeira conversa:

- Fabrino, você não vai fazer sua lição?
- Eu não gosto! É difícil!
- Então me diga do que você gosta e o que é fácil de fazer?
- Ah, professora! Jogar bola...
- E é claro que você é corintiano, não é?
- CeRteza! Você viu o jogo sábado professora? Acho que o gol anulado....blá blá blá

Enfim...

Terminamos a conversa e ele resolveu fazer uma redação sobre o Corinthians:
- Terminei!
- Como assim Fabrino??? Aí tem só duas linhas, o meu Corinthians merece muito mais do que duas linhas. E o seu?

A redação foi crescendo...

- Professora, como escreve Carpegiani?

P.S.: A redação cresceu, e ele fez todas as contas das futuras possíveis tabelas do brasileirão...

P.S. natural: Se o Dualib não sabe nem dizer o nome do Carpegiani e é presidente do Corinthians (não por muito tempo)... Ah! E era só pra dizer que Fabrino é menino dos mais sabidos...